https://i.postimg.cc/3wFNtMkP/Capa-minimalista-para-o-Blog.png

Reveja

6/recent/ticker-posts

Por que tanto ódio contra Israel?

 

Por que tanto ódio contra Israel?


Quais as razões por trás do intenso ódio direcionado a Israel. Explore sua história, conflitos, políticas polêmicas, questões territoriais, relações internacionais, propaganda e desinformação, e as consequências desses sentimentos.

Esse ódio, essa fúria contra Israel não é algo normal, os conflitos entre palestinos e israelenses são resultado de uma situação de ódio pela maioria dos árabes que parece não ter fim. Com a criação do Estado judeu, o mundo árabe se levantou contra Israel, que ainda era um "bebê" enquanto Estado, enquanto país, e, na guerra de 1948,  Golda Meir é mandada aos Estados Unidos para levantar US$ 25 milhões para que Israel pudesse, com os judeus que viviam nos Estados Unidos, ter o seu exército, começar o seu exército, porque Israel está ilhado no meio de inimigos e tem inimigos aflorados pelo mundo inteiro. O Hamas não quer tão somente o território de Israel, não é por alargar territórios. Eles não querem a terra de Israel, eles querem destruir Israel. 
Não existe qualquer explicação racional, pois a ideia fixa com, assim como o ódio por Israel não são racionais. Israel é um país particularmente decente. Ela é miúda, é mais ou menos do tamanho de Nova Jérsei e é menor que El Salvador; e enquanto existem mais de 50 países muçulmanos, existe apenas um país judeu.

Israel deveria ser admirada e apoiada, mas não odiada a ponto de existirem dúzias de países cujas populações querem ver Israel aniquilada, o que, mais uma vez, é um fenômeno singular. Nenhum outro país do mundo jamais foi escolhido para ser exterminado.

Por mais difícil que seja para as pessoas modernas e pouco religiosas aceitarem, o judaísmo de Israel é a razão maior para o ódio a ela dedicado.

Israel tem como maiores inimigos o Irã, que não é árabe, e grupos árabes, como o Hezbollah e o Hamas.
Israel tem fronteira com quatro países - Jordânia, Egito, Síria e Líbano.
Destes, dois possuem acordo de paz com Israel - Egito e Jordânia.
Dois são inimigos de Israel - Síria e Líbano

No Líbano, por lei, o presidente, ministro da Defesa, chefe das Forças Armadas, metade do Parlamento e metade do gabinete ministerial têm ser Cristãos. E os muçulmanos libaneses, sejam xiitas ou sunitas, tendem a ser moderados em questões religiosas, embora tenha havido um crescimento dos salafistas em lugares como Sidon e Trípoli. Estes têm uma agenda anti-xiita, não anti-Israel

. O regime de Assad, na Síria, é laico e conta com o apoio dos cristãos, dos alauítas (uma versão ultra branda do islamismo), dos drusos e dos sunitas seculares. Além disso, sempre evitou bater de frente com Israel. Não houve nenhum ataque em 40 anos (quatro décadas) de Assad no poder nas colinas do Golã. Nem mesmo revide a bombardeios israelenses. Para completar, a Síria está em guerra civil. O maior inimigo de Assad são os rebeldes radicais sunitas. O maior inimigo dos rebeldes, óbvio, é o regime autocrático laico em Damasco

. Marrocos, Argélia, Líbia, Tunísia, Iraque e Yemen são indiferentes a Israel. Até retoricamente defendem os palestinos, mas estão bem mais preocupados com questões domésticas e jamais seriam uma ameaça aos israelenses. O que decidirem, eles aceitam. Nunca a Tunísia vai dizer - "nós rejeitamos este acordo de paz". Ou a Argélia pegará em armas para atacar Israel.

A guerra entre Israel e o grupo Hamas teve início justamente no momento em que a Arábia Saudita estava prestes a reconhecer Israel oficialmente como um estado autônomo e independente. O acordo, apoiado pelos Estados Unidos, não agrada ao Irã, que é uma potência nuclear e não reconhece Israel como país.

A verdade é que todo esse conflito foi gerado muitos antes da criação do Estado de Israel, a Bíblia vai nos dizer o seguinte: 

Disse-lhe o SENHOR: “Duas nações estão em seu ventre; já desde as suas entranhas dois povos se separarão; um deles será mais forte que o outro, mas o mais velho servirá ao mais novo”.

Em Genesis (25:22) vamos entender quem deram origem ao povo árabe (Esaú) e ao povo de Israel (Jacó). A história bíblica é bem conhecida de todos. Esaú vende sua primogenitura a Jacó por um prato de lentilhas. Jacó, por sua vez, engana seu pai Isaque para roubar a bênção que pertencia a seu irmão.

O conflito entre Esaú e Jacó, segundo a literatura rabínica, é também uma referência ao fim dos dias. Há muitas menções dos profetas sobre esse conflito que parece interminável, estando várias dessas profecias ainda por se cumprir. É uma guerra que permanecerá até o tempo do fim, pois envolve forças espirituais além da capacidade humana de lhe pôr uma solução final. 

Desde o confronto em Refidim, em todas as gerações, levanta-se um descendente de Amaleque que prega a extinção de Israel até que a batalha entre os dois se torne inevitável, quando Amaleque é frustrado e Israel é preservado.

Os amalequitas de hoje continuam sendo os mesmos descendentes de Esaú e habitam não somente a mesma região do passado, atual Oriente Médio, mas estão espalhados por todo o mundo. Todo o povo árabe descende de Esaú, de quem provêm os principais inimigos de Israel: os grupos terroristas Hamas, Hezbollah, Fatah, Jihad Islâmica, Estado Islâmico, Boko Haram, etc. Cito também os governantes do Irã (antiga Pérsia) que pregam abertamente em “varrer Israel do mapa” juntamente com os grupos terroristas financiados e apoiados por eles. Os amalequitas estão por toda a parte.

Pode-se ver esse espírito de Amaleque nos discursos de ódio contra Israel por meio de líderes mundiais; nas calúnias disseminadas a partir de centros universitários, incluindo aí as melhores universidades do Ocidente, e replicadas deliberada e maliciosamente pela imprensa mundial; nos boicotes comerciais e culturais contra o Estado judeu; nos atos antissemitas ao redor do mundo; ou nas resoluções sem critérios e parciais da Organização das Nações Unidas, inflamadas de peçonha mortal contra Israel. Isso tudo não é nada novo e sempre existiu desde o início, adquirindo apenas nova roupagem para se adequar às eras e aos tempos em que se vive. No fundo de tudo, sempre estará Amaleque (Esaú) buscando destruir seu irmão Israel (Jacó).

O conflito entre Esaú e Jacó permanecerá “de geração a geração” e aponta profeticamente para uma guerra mais abrangente, do bem contra o mal, que culminará com a Batalha Final, a ser liderada pelo próprio Messias que se manifestará diante dos olhos de todo o mundo para derrotar os inimigos de Israel que estarão reunidos com exércitos de muitas nações, encabeçados por Amaleque, para tentar, mais uma vez, eliminar o povo de Jacó da face da Terra.
Essa será definitivamente a última batalha entre Esaú e Jacó. Após triunfar sobre os exércitos inimigos, o Messias de Israel inaugurará seu Reino de paz e justiça, a partir de Jerusalém (Yerushalaim) e porá um fim a essa guerra milenar, riscando totalmente a memória de Amaleque de debaixo do céu.


Fonte: 

Agência Senado

O Estadão

www.aoliveiranatural.com.br


Que Deus abençoe grandemente...


Postar um comentário

0 Comentários

Comente e Compartilhe